7 Benefícios da leitura para o corpo e a ment

 7 benefícios da leitura para o corpo e a mente

Que ler amplia o vocabulário e ajuda a escrever melhor todo mundo sabe. Que um simples livro nos transporta para diferentes lugares, épocas e desperta inúmeras emoções também já sabemos. E ainda aumenta o foco e a concentração. Mas você sabia que os benefícios da leitura vão muito além?

Passar um tempo com um bom livro nas mãos nos faz parar para refletir sobre nossa própria história. E, mais que proporcionar uma sensação de prazer e bem-estar, estudos comprovam outros benefícios da leitura para o corpo e a mente. A leitura é um instrumento tão poderoso que pode melhorar a sua saúde e até ajudar na prevenção de doenças.

Mas que nem todo mundo sabe é que os benefícios da leitura vão muito além disso. Listamos aqui sete exemplos (com estudos comprovados!) dos benefícios dos livros para a saúde.

1. Ler melhora a sua empatia
Pesquisadores da York University, no Canadá, dizem que um dos primeiros benefícios da leitura é a empatia. Lendo, nos envolvemos com a história de um personagem e as dificuldades que ele enfrenta. Nesse processo, surge um sentimento de identificação e uma consequente empatia aos esforços dos outros. Esse envolvimento com um personagem fictício aumenta a nossa capacidade de compreender os sentimentos dos outros.

2. Ler ajuda a construir vínculos
Ao se identificar com uma experiência vivida por um personagem, cresce sua sensação de pertencimento. É o que dizem os psicólogos da Universidade de Buffalo, nos EUA. Em outras palavras, ler Marley e eu, por exemplo, pode aumentar sua camaradagem com donos de cachorros nos parques. Mesmo que você nunca tenha tido um cachorro. Da mesma forma, ler O ódio que você semeia pode abrir seus olhos para o racismo presente na sociedade. Com isso, você estará mais apto a entender as dificuldades enfrentadas por quem sofre com ele.

3. Ler evoca lembranças
Um final feliz pode elevar seu espírito, mas eventos menores na narrativa podem trazer à tona lembranças agradáveis e tornar seu dia mais alegre. Até mesmo histórias tristes podem deixá-lo feliz, porque fazem com que você pense nos entes queridos e agradeça as bênçãos recebidas.

4. Ler estimula a conquista de sonhos
Ler sobre alguém que superou obstáculos pode motivar você a perseguir seus próprios objetivos, diz um estudo da Ohio State University, nos Estados Unidos. Se você precisa de um estímulo, acompanhar a trajetória de um personagem em busca de seu sonho pode encorajá-lo a fazer o mesmo. Quanto mais se identificar com um personagem, mais inspirado você estará para tomar determinada atitude.

5. Ler reduz o estresse
O estresse é um importante fator de risco para uma série de doenças e contribui para uma expectativa de vida mais breve.

Ficar absorto em outro mundo, longe dos problemas do mundo real, pode diminuir os níveis de estresse. Segundo pesquisas, até mesmo poucos minutos de leitura diária são capazes de diminuir a frequência cardíaca e aliviar a tensão dos músculos, ou seja, diminuir o nível de estresse. E, de acordo com um estudo da Universidade de Sussex, no Reino Unido, apenas seis minutos lendo um bom livro pode ​reduzir o estresse em até 68%​.

Em algumas cidades já é possível encontrar instituições que utilizam a biblioterapia para tratar diversos distúrbios que comprometem a qualidade de vida.

6. Ler aumenta a expectativa de vida
Trinta minutos de leitura diária podem aumentar em dois anos a sua expectativa de vida. É o que dizem pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. Eles observaram mais de 3 mil pessoas e descobriram que quem lia meia hora por dia tinha, em média, dois anos de vida a mais do quem não lia.

Os leitores que chegavam a três horas de leitura diária eram 23% menos propensos a morrer ​do que aqueles que liam apenas jornais ou revistas.

7. A leitura auxilia na prevenção do Alzheimer
​Uma pessoa que mantém o cérebro ativo com leitura — ou jogos complexos, como o xadrez — tem 2,5 menos probabilidade de desenvolver a doença de Alzheimer em relação às pessoas que se dedicam a atividades pouco estimulantes. O estudo é da Academia Americana de Ciências.


Fonte: Seleções